domingo, 8 de janeiro de 2017

Flamengo e São Caetano empatam no ABC, e cariocas ficam com a liderança


Vinícius Júnior, destaque do Rubro-Negro mais uma vez, marca o gol rubro-negro; João Melo fica com o gol contra do lateral flamenguista Moraes

Por São Caetano do Sul, SP


Com gol de Vinícius Júnior, destaque absoluto rubro-negro na Copa São Paulo de Futebol Júnior, o Flamengo empatou por 1 a 1 com o anfitrião São Caetano e garantiu a ponta no grupo 23. O gol do Azulão foi contra, do lateral-esquerdo Moraes, mas o árbitro deu para João Melo.
Com o resultado, o Flamengo fechou a primeira fase como líder, com os mesmos sete pontos do São Caetano. O saldo de gols (6 a 4) garantiu o rubro-negro na ponta. Na fase seguinte, o Fla encara o Nacional-SP, e o Azulão pega o Goiás.
Primeiro Tempo
Se por um lado o técnico rubro-negro Gilmar Popoca optou por poupar Patrick e Jean Lucas, dois de seus principais jogadores, desta vez tomou uma decisão bastante aguardada: iniciou com Vinícius Júnior. Deu-se bem. Vinícius foi o melhor da etapa. Marcou o seu, após receber bom passe de Lincoln, tentou retribuir, mas o centroavante parou no goleiro Wagner. O lateral-esquerdo Moraes, que substituiu o lesionado Michael, saiu-se bem também. Matheus, o 10 do Azulão, foi a melhor figura dos paulistas.
O trio ainda anulou gol de Vinícius, no qual a joia parecia em posição legal.
Vinícius Júnior, Flamengo, Flamengo x São Caetano (Foto: Staff Images/Flamengo)Vinícius Júnior foi o melhor do Fla (Foto: Staff Images/Flamengo)
Segundo Tempo
Após o intervalo, o Flamengo recuou, e o São Caetano logo empatou, com gol contra de Moraes, aos nove minutos. Mas a arbitragem deu o gol para o João Melo. Quando o Azulão crescia, Léo Pereira, do São Caetano, foi expulso por falta boba no campo de ataque.
Aos 20 minutos, o juiz ignorou pênalti de Raphael, que atropelou Vinícius na área, e ainda deu amarelo para o atacante rubro-negro. Virou jogo de ataque contra defesa, mas o Flamengo, que só tinha Vinícius num bom dia, penou até marcar o gol da vitória. 
Aos 47, Jardeu, de cabeça, fez o gol que daria a vitória ao Fla. Mas o trio acertadamente anulou - o camisa 19 estava impedido.

Atacante Berrío, do Atlético Nacional, é o novo nome no radar do Flamengo


Jogador de 25 anos, de 1,82m é formado na base dos Verdolagas e tanto atua aberto pelas pontas como pode jogar na função de centroavante; vice não vê pressa

Por Rio de Janeiro
Luis Amarilla do Sol de América e Orlando Berrío do Atlético Nacional  (Foto: EFE)Orlando Berrío, do Nacional, interessa ao Flamengo (Foto: EFE)
O Flamengo tem um novo alvo para o ataque. Trata-se de Orlando Berrío, do Atlético Nacional, da Colômbia. De 1,82m de altura e 25 anos (faz 26 em 14 de fevereiro), Berrío atua aberto pelas pontas. Também é capaz de jogar na função de centroavante.
Berrío esteve na mira do Santos recentemente, mas a pedida dos colombianos US$ 5 milhões (cerca de R$ 16 milhões) assustou. O vice de futebol do Fla, Flávio Godinho, não confirmou a existência de uma proposta pelo atacante do Nacional, porém tratou o nome como interessante e utilizou outros como exemplos de jogadores com o mesmo perfil.
- Se você me perguntar se interessa o Berrío? Interessa, assim como interessam o Cecílio Domínguez, o Vargas... Quero o Vargas? Quero. Mas o clube dele quer vendê-lo para a China. Agora isso não quer dizer que teremos o jogador se apresentando na semana que vem. Idealmente seria bom ter o jogador na quarta-feira no Ninho, mas nós não vamos mudar nosso orçamento nem mesmo em uma vírgula - afirmou.
A reportagem tentou contato com Juan Carlos de La Cuesta e Victor Marulanda, presidente e diretor de fuebol do Atlético Nacional respectivamente, mas ambos não retornaram.
Godinho explica que o Flamengo não será influenciado por pressão externa pela contratação imediata de jogadores. Segundo ele, negócios que são inviáveis no presente momento podem se tornar possíveis no final do mês. Como exemplo, cita o mercado europeu.
- A melhor janela é a do fim de janeiro. Em consultas que fizemos nessa época do ano, alguns clubes têm de monetizar seus jogadores e buscam isso. No início do ano, ele tenta um mercado emergente, como  chinês, por exemplo. 
- Se não conseguem, lá para a última semana de janeiro, o mercado brasileiro se torna algo mais factível. O jogador se reapresenta na Europa, o técnico avalia se vai utilizá-lo ou não. Se não conta com o atleta, tenta a negociação. O Alan Patrick (de volta ao Shakhtar Donetsk para ser avaliado pelo treinador) é um exemplo que podemos usar - explicou.
Por fim, Godinho mais uma vez tentou explicar que dar nome aos bois não é necessário. E lembrou: não é surpresa para ninguém que o Flamengo busca um atacante de lado de campo.
- Contratação pede calma. Não tenho muita bala na agulha, então tenho que esperar o melhor momento. Às vezes um jogador que não é para o seu bico agora, no fim do mês pode ser. O apressado come cru. Mais importante do que dizer se é Berrío ou Cecílio é a característica. O mais importante é o conceito da contratação.
Até agora, o Flamengo já contratou o lateral-esquerdo Miguel Trauco, que defendia o Universitario-PER, e o meia Conca, emprestado pelo Shangai SIPG. 

sábado, 29 de outubro de 2016

Zé Ricardo aprova 1º tempo do Fla e elogia o Atlético-MG: “Sofremos”


  
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O empate em 2 a 2 com o Atlético-MG no Mineirão, visto de forma fria, não é um resultado ruim para nenhuma equipe. Mas para o Flamengo, há muito o que se lamentar. O técnico Zé Ricardo mostrou-se muito satisfeito com a atuação de sua equipe no primeiro tempo (1 a 0, gol de Diego), mas lamentou algumas chances perdidas e, principalmente, a atuação do Galo na segunda etapa, quando foi muito superior.
– Foi uma partida cercada de variáveis, emoções, número de gols. É muito difícil jogar aqui no Mineirão. O Atlético é muito forte, com jogadores de muita movimentação. Fiquei feliz pelo primeiro tempo. Voltamos a jogar bem, mas no segundo tempo sofremos com as mudanças deles… Poderíamos ter definido o segundo gol, sofremos dois. Acho que o gol no fim da partida veio fazer jus ao que fizeram as duas equipes.
Fonte: Globo Esporte

Fla evolui na bola aérea e vai da última colocação para a primeira em um ano


Até a 32ª rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado, Rubro-Negro tinha sofrido dez gols. Neste ano, foram apenas três sofridos em jogadas aéreas

Por Rio de Janeiro
Header Espião Estatístico 3 (Foto: Infoesporte)
Durante a última entrevista coletiva realizada antes do jogo contra o Atlético-MG, Zé Ricardo afirmou que o Flamengo passou a fazer mais gols de bola parada do que sofria e que o elenco conseguiu “dar uma estancada nas bolas paradas defensivas”. 
- Intensificamos (treinos de bola parada) e tivemos resposta imediata com gols de faltas laterais e escanteios. Por um motivo circunstancial ou não, tivemos dificuldades na bola em jogo. Conseguimos dar uma estancada nas bolas paradas defensivas, sofríamos bastante. Ao contrário, passamos a fazer mais gols de bola parada.
O GloboEsporte.com foi checar o que disse o treinador do Rubro-Negro e chegou à conclusão de que se levar em conta o Campeonato Brasileiro do ano passado e o deste ano, a afirmação procede.
Flamengo x Corinthians (Foto: André Durão/GloboEsporte.com)Guerrero marca o segundo contra o Corinthians, após escanteio cobrado por Diego (Foto: André Durão/GloboEsporte.com)
Até a 32ª rodada do Brasileirão de 2015, o Flamengo tinha sofrido dez gols se somado escanteios, faltas laterais e laterais em direção à área. Dentre os times da Série A daquele ano, o Rubro-Negro foi o que mais sofreu gols desse tipo. Também em 2015, o clube marcou seis gols somando os três tipos de jogada.
Neste ano o Flamengo não só deixou de lado o número de time com mais gols sofridos nessas bolas aéreas, como é a equipe que menos sofreu gols desse tipo no Brasileirão. Ao todo foram apenas três sofridos – contra Grêmio, Fluminense (no primeiro turno) e Palmeiras (segundo turno) – e dez marcados, três deles nos últimos dois jogos.
Isso mostra que além da contratação de Rafael Vaz e Réver para a dupla de zaga, Zé Ricardo e sua equipe conseguiram montar um sistema defensivo eficaz e que tomou bem menos gols naquele que era um dos tormentos para os rubro-negros no ano passado.
A equipe do Espião Estatístico é formada por Eduardo Aires, Guilherme Maniaudet, Guilherme Marçal, Leandro Silva, Marcio Menezes, Paula Carvalho, Roberto Maleson, Roberto Teixeira, Valmir Storti e Wilson Hebert.
*Estagiário, sob a supervisão de Fred Gomes

Velhos amigos, novos rivais: Robinho e Diego duelam por sonho do título

Rivalidade entre amigos nasce dentro da velha rixa entre Atlético-MG e Flamengo, que neste sábado lutam para manter viva a chance de título do Brasileiro

Por 
Belo Horizonte

 Diego (Flamengo) e Robinho (Atlético-MG) (Foto: GloboEsporte.com)Robinho e Diego são os protagonistas de Atlético-MG e Flamengo na partida deste sábado, no Mineirão
Os Meninos da Vila viraram os homens de Atlético-MG e Flamengo. Homens não apenas em função da maturidade adquirida pelos 32 e 31 anos, respectivamente. Mas também porque Robinho e Diego são "os caras" de suas equipes que neste sábado, às 16h30, no Mineirão, sem enfrentam em nome da sobrevivência na luta pelo título do Campeonato Brasileiro.
É assim que nasce no futebol uma rivalidade amistosa entre dois grandes parceiros dentro daquela que é considerada uma das maiores rixas entre clubes de estados diferentes. Pela primeira vez os amigos Diego e Robinho estarão de lados de opostos no Brasil (eles se enfrentaram duas vezes na Europa, em 2007, quando defendiam Werder Bremen e Real Madrid; e em 2014, com as camisas de Atletico de Madrid e Milan), iniciando um novo caminho que começou nas categorias de base do Santos e passou pela seleção brasileira.
Atlético-MG e Flamengo seguem perseguindo o líder Palmeiras com 59 e 61 pontos, respectivamente. O time que sair derrotado praticamente dá adeus à briga pelo título. Um empate pode matar os dois, restando apenas cinco partidas para o fim do Brasileirão. A equipe comandada por Cuca, que soma 67 pontos, terá pela frente o Santos às 19h30.
A trajetória da dupla é bem semelhante. Viveram o ápice no Santos e rumaram cedo para a Europa, onde alternaram altos e baixos. Hoje Robinho é um dos mais regulares do Atlético-MG. Um dos fiéis da balança de Marcelo Oliveira no Brasileiro. Mesmo não tendo mais aquele físico de quando atuava junto de Diego, o jogador ainda é capaz de desequilibrar. Tanto que, quando é poupado, geralmente entra no segundo tempo e muda o panorama da partida. Foi assim, por exemplo, na partida contra o Figueirense, na última rodada. O "Pedalada" tem 23 gols com a camisa atleticana (artilheiro do ano da equipe), sendo 11 no Brasileiro, estando na briga pela artilharia do torneio. Entretanto, uma situação curiosa: há 10 jogos, ele não balança as redes. A última vez foi no empate por 1 a 1 com a Ponte Preta, pela Copa do Brasil. 
Diego e Robinho deixam o campo após a vitória por 2 a 1 do Real sobre o Werder Bremen (Foto: Getty Images)Robinho com a camisa rasgada por Diego na única vez em que se enfrentaram antes deste sábado (Foto: Getty Images)
Diego também é o dono do time na Gávea, mas jogou menos do que seu velho parceiro e, principalmente pelo posicionamento em campo, tem menos gols que o Rei das Pedaladas: são três em 13 partidas. Além de ter chegado ao Flamengo apenas em agosto, o meia tem como "desvantagem" o fato de ter passado 12 anos ininterruptos na Europa, o que dá a ele o crédito de readaptação ao futebol brasileiro.
Mas apesar da distância e da rivalidade momentânea, o clima é de alegria nos momentos que antecedem o reencontro no gramado. Diego, por exemplo, brincou ao pensar em como será ter de marcar o amigo.
- É melhor ele ficar longe. Evitar o contato vai ser bom para mim e para ele. Para mim porque ele é liso e habilidoso pra caramba, e para ele porque eu já rasguei a camisa dele uma vez quando joguei contra ele estava no Real Madrid. Se tiver que fazer isso de novo eu vou ser obrigado porque ali dentro nós queremos vencer. Brincadeiras à parte, vai ser uma honra enfrentá-lo novamente. É sempre um prazer reencontrá-lo - disse o camisa 35 do Flamengo.
Robinho dá a Diego tratamento de irmão, mas o carinho fica fora das quatro linhas. Ele deseja desempatar o confronto com o meia: o "Pedalada" venceu uma pelo Real, e seu grande amigo triunfou noutra, pelo Atletico de Madrid.
- Feliz de poder jogar contra um amigo meu. É um irmão que eu tenho. Dentro de campo cada um vai defender as cores do seu time. Espero que depois do duelo eu possa estar mais feliz, mas cada um vai dar o seu melhor. Está 1 a 1. Ele ganhou o Milan x Atlético de Madrid, eu ganhei o Real Madrid x Werder. Cada uma vai defender as cores do seu time. Espero que ele possa continuar jogando bem, menos contra o Galo
Atlético-MG x Flamengo


Local: Mineirão, em Belo Horizonte
Data e horário: sábado, 16h30 (horário de Brasília)

Escalação provável do Atlético-MG: Victor, Carlos César, Erazo, Gabriel e Fábio Santos; Leandro Donizete, Júnior Urso, Otero e Cazares (Clayton); Robinho, Clayton e Fred. Técnico: Marcelo Oliveira.
Desfalques: Marcos Rocha, Leonardo Silva, Rafael Carioca, Maicosuel, Dátolo e Carlos.
Pendurados: Carlos, Clayton, Fábio Santos, Fred, Gabriel, Otero, Robinho e Victor.

Escalação provável do Flamengo: Alex Muralha, Pará, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão e Diego; Gabriel, Fernandinho e Guerrero. Técnico: Zé Ricardo.
Desfalques: Everton e Ederson.
Pendurados: Alan Patrick, Diego, Ederson, Emerson, Everton, Léo Duarte, Mancuello, Marcelo Cirino, Rafael Vaz e Réver.

Arbitragem: Braulio da Silva Machado (SC), auxiliado por Neusa Ines Back (Fifa/SC) e Alex dos Santos (SC).
Transmissão: TV Globo (para todo o Brasil, menos SP, MG, PR, Chapecó-SC e Joaçaba-SC), com Luis Roberto, Junior e Leonardo Gaciba. Premiere 1 e PFCI, com Jader Rocha e Lédio Carmona, e Tempo Real do GloboEsporte.com.

Ídolo do Galo, Réver afirma: "Espero ficar o resto da minha carreira no Fla"


Com Libertadores e Copa do Brasil no currículo vestindo a camisa do Atlético-MG, zagueiro enfrentará o ex-time com a camisa de um rival pela primeira vez no Mineirão

Por 
Belo Horizonte
Réver conversa com o GloboEsporte.com no desembarque em BH (Foto: Fred Gomes/GloboEsporte.com)Réver conversa com o GloboEsporte.com no desembarque em BH (Foto: Fred Gomes/GloboEsporte.com)
Destaque rubro-negro no Brasileirão 2016, Réver, o capitão do Flamengo, reencontra o Atlético-MG neste sábado, às 16h30. Não é o primeiro confronto com o ex-clube, inédito mesmo só o fato de entrar no Mineirão com a camisa de um grande rival do Galo.
Ídolo da massa atleticana, o camisa 15 do Fla não mostrou preocupação sobre eventuais vaias durante o confronto.
- Se tiver vaia ou aplauso, isso não pode mudar minha atitude ou minha performance. Tenho que estar focado no Flamengo, eu defendo as cores do Flamengo e vou dar minha vida em busca do melhor ao Flamengo. Foi maravilhoso tudo que vivi no Atlético. Tenho um nome devido ao que conquistei lá, mas vou dar meu melhor ao Flamengo independentemente de ter vaia ou aplauso - afirmou Réver, durante o desembarque rubro-negro em Belo Horizonte.
Pelo Galo, Réver foi o capitão da conquista da Libertadores em 2013, faturou a Copa do Brasil no ano seguinte e ainda somou ao seu currículo dois Mineiros e uma Recopa. Além disso, virou jogador de Seleção. Já identificado com o Fla em menos de quatro meses de Gávea, ele acredita que o filme possa repetir vestindo vermelho e preto. E vai além: seu desejo é se aposentar em seu atual clube.
- Acredito que minha chegada foi um pouco conturbada, mas no dia a dia pude reencontrar ao meu futebol. Isso tudo devido ao presidente, Godinho (vice de futebol), Fred (Luz, diretor geral), Rodrigo (Caetano, executivo), Zé (Ricardo) e principalmente meus companheiros, que têm me incentivado para que eu pudesse voltar a jogar bem - disse Réver, que prosseguiu: 

- Não tem por que ser diferente, tenho contrato de um ano, mas espero que seja renovado. Vai depender do que acontecer no Brasileiro, mas tenho trabalhado dia após dia buscando conquistar meu espaço e a confiança do torcedor. Títulos e boas atuações fazem com que as coisas aconteçam naturalmente. Meu maior objetivo é permanecer aqui e construir uma história para, quem sabe, ficar o resto da minha carreira no Flamengo.

Réver bastante assediado na chegada à capital mineira (Foto: Fred Gomes/GloboEsporte.com)Réver bastante assediado na chegada à capital mineira (Foto: Fred Gomes/GloboEsporte.com)
O Flamengo já se esforça para prorrogar o vínculo de Réver com o clube, e o presidente Eduardo Bandeira de Mello é um dos maiores entusiastas disso.
- Claro. Não tenha a menor dúvida. Fico muito feliz que ele queira ficar no Flamengo, porque o Flamengo quer muito ficar com ele. Ele encarna a paixão e a garra rubro-negra. Não pode sair tão cedo do Flamengo - afirmou Bandeira.
Confira outras declarações de Réver:
Gostinho diferente
É um jogo totalmente diferente pelo fato de ter passado ali e ter conquistado alguns títulos importantes, que até me consagraram como jogador. Tem um gostinho diferente, tem um respeito diferente da minha parte, mas não é a primeira vez. Enfrentei o Atlético em outras oportunidades, até quando eu estava no Inter. No primeiro turno eu estava presente. É um jogo diferente, mas valem os mesmos três pontos. 
Necessidade da vitória

Para nós continuarmos sonhando com o título, precisamos fazer um jogo totalmente diferente. O Atlético vive um grande momento, assim como a nossa equipe. Tem tudo para ser um grande jogo, e espero que possamos sair com a vitória para nos mantermos na briga pelo título.